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Mostrando postagens de dezembro, 2020

A dubiedade do eu

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Aproxime-se. Não há por que gritar, soltar a voz e lançar-se em um precipício. Eis o que pretendo dizer: não há ideia volúvel, não há fascínios capazes de convergir o pensamento. Oh, existência que tanto embaraça e faz desacreditar do próprio eu! Oh, pensamento que arrasta a uma vastidão dubitável de emoções e ao desmanchar do ego! Sem querer persuadir com mera filosofia. Sem tentar embarcar no universo sapiencial e, talvez, retrocedendo... Aqui, a força de gritar perde a voz. Recluso-me aos ideais ainda desconhecidos e sigo. Sigo sob a tenra ou forte iluminação... ou, quem sabe, até mesmo na penumbra ou no escuro encontre respostas! Quem sabe... Quem sabe algum devaneio elucide o pensar, o agir, arrebate e devolva as mais puras emoções e certezas. Deveras, o gritar do pensamento esbofeteia a realidade do ser. Corrói como um ácido, apto a queimar os sentidos mais resguardados. Livre de amarras do pensamento, de demagogias que aprisionam a mente — até as mentes mais filosóficas. Tirar a...

É assim

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Assim deve ser: Deus, você e eu. Quanto mais do Senhor, enriquecemos a nossa união; plenamente felizes, vamos viver. É assim: Mergulhando nas Escrituras; orando constantemente; meditando Nele — a Fonte que quebranta o eu, enfim. Já não mais vivemos nós, mas Ele vive e reina no lar. Da nossa união desfaz os nós; então, guia-nos às águas calmas, ensina-nos a perdoar. À Torre Forte corremos. Abrigo seguro encontramos Nela. Neste cenário em que descartam os princípios teus, Senhor, do nosso barco, Tu guias a vela. É assim: Deus, você e eu. E, para sempre, Senhor, seremos teus! (Joseane Fonseca)

Que importância tem o Natal?

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Na época natalina, veem-se luzes enfeitando casas, árvores e ruas; pessoas preocupadas em dar e receber presentes, comprar roupas novas e preparar a tradicional ceia de Natal. Confesso a minha admiração por essa data. É lindo ver lugares e casas iluminados. O brilho do Natal é contagiante! No entanto, há alguns anos, tenho percebido que as casas estão menos iluminadas e enfeitadas. Cada indivíduo o comemora à sua maneira: bebendo, dançando, viajando ou se drogando. Outros passam a data prestando honras ao Aniversariante. Muitos não comemoram, pois dizem tratar-se de uma celebração de origem pagã. Mas o que é o Natal? Por que comemorá-lo? Natal é nascimento, o dia em que alguém nasce. Para mim e para inúmeras pessoas, é uma data específica em que se celebra a vinda do Salvador ao mundo. Não é o dia exato do seu nascimento, mas uma data aproximada. Ninguém presta honra ao Deus Forte, Conselheiro e Príncipe da Paz de qualquer forma. Então, é provável que muitos nunca tenham celebrado o ve...