A dubiedade do eu

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Aproxime-se. Não há por que gritar, soltar a voz e lançar-se em um precipício. Eis o que pretendo dizer: não há ideia volúvel, não há fascínios capazes de convergir o pensamento. Oh, existência que tanto embaraça e faz desacreditar do próprio eu! Oh, pensamento que arrasta a uma vastidão dubitável de emoções e ao desmanchar do ego! Sem querer persuadir com mera filosofia. Sem tentar embarcar no universo sapiencial e, talvez, retrocedendo... Aqui, a força de gritar perde a voz. Recluso-me aos ideais ainda desconhecidos e sigo. Sigo sob a tenra ou forte iluminação... ou, quem sabe, até mesmo na penumbra ou no escuro encontre respostas! Quem sabe... Quem sabe algum devaneio elucide o pensar, o agir, arrebate e devolva as mais puras emoções e certezas. Deveras, o gritar do pensamento esbofeteia a realidade do ser. Corrói como um ácido, apto a queimar os sentidos mais resguardados. Livre de amarras do pensamento, de demagogias que aprisionam a mente — até as mentes mais filosóficas. Tirar a...

A Verdade



Em Cristo, viva esperança
Que pela sua carne nos reconciliou
Para uma vida incorruptível
Ele, Cristo, nos separou.

Nos concedeu uma fé imarcescível,
Reservada nos céus para todos - 
Aqueles que são os seus eleitos
concedeu a fé mais valiosa que o ouro.

Cristo, o Rei que desceu da Sua glória
Senhor, majestoso, autor da fé
Transformou e dividiu a História.
Ele a vida e o caminho e a verdade

Quem o Pai o envia jamais é rejeitado
Cristo recebe-o com regozijo
E em adoção por Deus somos recebidos.

Cristo, a verdade absoluta que liberta
Da escravidão de volta à vida e luz
Só há uma Verdade que liberta: JESUS!

 

 

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